Fotos acima via Recicla e Decora
Clique aqui e veja como fazer essa cama (em inglês)
Os trabalhos da artista brasileiro-mexicana Carolina Fontoura desafiam a estética visual. Seus lustres são feitos inteiramente de peças de bicicletas reaproveitadas, contrapondo o peso do material descartado com a elegância clássica do candelabro.
Não guarde os guardanapos de tecido apenas para ocasiões especiais. Guardanapos de papel usados não são recicláveis e a versão de pano, além de sustentável, deixa qualquer refeição mais charmosa. Uma opção cheia de bossa é usar bandanas de cores variadas, como nesta foto publicada pela revista Casa e Jardim.
Outra alternativa, ainda brincando com cores, esses guardanapos listrados trazem “vida”
Ou se preferir uma pitada de humor, que com certeza vai render um sorriso!
Quem disse que no Rio de Janeiro com tempo feio não há nada para se fazer, mentiu! Mas antes de contar sobre o meu sábado de chuva em terras cariocas, preciso agradecer ao meu maridinho que foi super companheiro na “gincana” que fiz ele participar comigo.
Depois de conhecer o atelier do Paulo Vergueiro (do post anterior), lá em Vargem Grande, fomos à mostra Morar Mais por Menos que estava no seu penúltimo dia desta edição. Vi soluções super criativas e de bom gosto aliadas à sustentabilidade, como nesse quarto infantil onde latas de tinta foram transformadas em bancos para a criançada…
… e neste ambiente, com sofá feito de pallets e tela do Anderson Thieves (artista já citado aqui no Ecocentrico que também consta na minha wishlist) feita com recortes de revistas.
Para fechar nosso circuito em grande estilo, fomos conhecer a Infinitta. A Isabela Miranda e seu sócio Eduardo Moura são responsáveis pelas releituras de móveis antigos através de intervenções de silk. Além de sustentáveis e cheias de estilo, as peças da Infinitta possuem outra vantagem, são únicas!
Para terminar, almoço no Via Sete, restaurante que apóia a WWF e tem uma carne deliciosa além de certificada.
Sabe quando você vê alguma coisa de que gosta muito mas resolve pensar um pouco antes de comprar, só que quando se decide, nunca mais encontra? Isso aconteceu comigo há uns 5 anos quando vi uma peça do Paulo Vergueiro. Um vendedor me falou que ele havia se machucado feio durante o trabalho e parado de produzir suas peças de vidro. Ainda bem que era mentira e neste sábado tive o prazer de conhecer esse simpático artista carioca. O Paulo realiza um trabalho singular, reciclando garrafas de vidro e transformando-as em peças lindíssimas.
Seja mantendo algumas características da garrafa ou moendo seu vidro, a arte de Paulo contribui para a redução no volume de resíduos que iriam parar num aterro sanitário. Ele enfatiza que, para o trabalho com reciclagem ter sentido, é preciso priorizar o desenho da peça, pois se ela não agradar ao olhar, vai voltar a ser lixo. Eu saí de lá feliz da vida com meu novo centro de mesa feito de garrafas de Coca-Cola, que finalmente consegui retirar da minha wishlist!
“Tem mais alguém aqui incomodado com essa poluição absurda no céu de SP, ou sou só eu? Então vamos rever nossos hábitos pq tudo que está deixando o ar desse jeito, somos nós que produzimos. Agora me diga, quem precisa ser salvo, o Planeta ou você com a sua rinite, sinusite e bronquite??? Ao cuidar do Meio Ambiente você não está apenas salvando o Mico-Leão-Dourado, está cuidando da sua saúde!”
Escrevi isso quando estava parada no trânsito da Av Águas Espraiadas, olhando para o céu e, mais uma vez, me vi angustiada com a situação (trânsito+poluição). Então resolvi desabafar com meus amigos escrevendo no Facebook, mas não foi suficiente… Virou post.
Dia 22 de setembro é o dia mundial sem carro, uma campanha de grande importância para a conscientização sobre as consequências geradas pelo aumento da frota de automóveis no mundo, que cresce em progressões geométricas. Infelizmente não tenho condições de aderir ao movimento nem diminuir o uso do carro no dia-a-dia, por enquanto, pois minha rotina anda complicada. Mas isso não significa que não faça nada para mudar essa situação que tanto me incomoda. Não deixei de viajar de avião nem de comprar umas roupinhas da moda, mas em casa já não uso mais produtos de limpeza com derivados de petroquímicos, o sabão em pó é o que contem menos fósforo, separo lixo, o “cata-caca” é biodegradável, apago as luzes, fecho a torneira, uso guardanapos de pano, raramente uso sacolas nos supermercados (às vezes sou pega desprevenida, ainda preciso de mais treino) e consumo orgânicos sempre que posso.
O que quero dizer aqui, é que acredito que ninguém precisa mudar radicalmente para fazer a sua parte. Cada um deve repensar sua rotina e achar um detalhe que possa ser mudado sem que altere seu estilo de vida. Assim como eu, você pode até fazer pouco, mas faça alguma coisa!!!

Falando em trabalho e viagens, vou postar com um certo delay fotos que tirei em maio na Grécia.
Eu bem que tentei entender o que estava escrito, mas não teve jeito! Além do tipo de resíduo que estava escrito em inglês, o resto era tudo em … grego!!! hahaha
Só posso dizer que é um posto de entrega voluntária de recicláveis onde a pessoa recebe um ticket que é impresso logo após o depósito do material.
Imagino que seja um cupom de desconto em algum tipo de conta conta , luz ou imposto, por exemplo.
Um detalhe que me chamou atenção; as pessoas levavam o lixo até lá com o carro, num programa bem família. As crianças se divertiam bastante!
Depois de uma semana longe, estou de volta! Foi por uma boa causa, estava trabalhando numa cidade que eu adoro; Palma de Mallorca, uma das Ilhas Baleares situada no Mar Mediterrâneo. Sabiam que a idéia de fazer o Ecocentrico surgiu na última vez que estive lá, há quase um ano? Por isso, decidi fazer um post mostrando um pouquinho dessa ilha que me impressiona, principalmente, pela maneira como trata seu lixo e que certamente me inspirou a escrever esse blog e a estudar Gestão Ambiental.
Em uma das minhas idas à Mallorca, a long time ago, fotografei numa estação usada para separação de lixo e projetos de educação ambiental, além de locação para fotos rsrs! O lugar é muito limpo e moderno, tem salas de aula, móveis feitos de materiais reaproveitados e até um trem que passa no meio do galpão onde o lixo é separado!
A parte antiga de Palma é muito charmosa, mas suas ruas pequenas e de difícil acesso, mesmo para caminhões pequenos, tornavam a coleta de lixo muito complicada e trabalhosa. Hoje existe um sistema onde o ar transporta o lixo por tubulações subterrâneas até um local mais afastado de onde é retirado por caminhões e encaminhado à destinação adequada a cada tipo de resíduo. A vantagem é a ausência de caminhões barulhentos circulando pelas ruas deixando sempre suas “pegadas” de lixo e, claro, a consequënte poluição do ar. Como nada é perfeito, o tamanho das “bocas de lixo” é limitado, fazendo com que algumas pessoas se desfaçam de seus resíduos por ali mesmo, mas na calçada… O Jornal Nacional já exibiu um matéria sobre esse sistema, veja clicando aqui!
Em bairros formados por casas de veraneio há coletores, como os mostrados no slideshow, instalados a cada quilometro. Eles possuem trava que não permitem sua abertura por qualquer pessoa, evitando que possíveis catadores revirem tudo, sujando as ruas, e são sinalizados em linguagem universal. Quando cheios, deve-se ligar para um número gratuito e solicitar sua coleta. Imagino que seja assim somente com os resíduos recicláveis.
O tratamento dispensado ao lixo de lá é um grande exemplo para nós, que ainda sofremos tanto com bueiros entupidos por causa do sistema de coleta ultrapassado que utilizamos por aqui!